Bovespa opera em queda nesta terça-feira

Na segunda, o Ibovespa subiu 1,58%, aos 117.325 pontos. Imagem do interior da B3, Bolsa de Valores de SP Cris Faga/Estadão Conteúdo O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta terça-feira (14), em pregão instável. Às 11h56, o Ibovespa tinha queda de 0,24%, a 117.042 pontos. Na máxima da sessão até o momento chegou a R$ 117.705 pontos e, na mínima, foi a 116.923 pontos. Veja mais cotações. Entre as principais baixas, Petrobras recuava 0,82% e Santander tinha queda de 1,44%. Na segunda, o Ibovespa subiu 1,58%, aos 117.325 pontos. Nas parciais do mês e do ano, a bolsa registra avanço de 1,45%. Na cena externa, os mercados apresentavam acomodação enquanto investidores aguardam assinatura da primeira fase do acordo comercial entre China e Estados Unidos. Da pauta local, o governo elevou projeção para a alta do Produto Interno Bruto (PIB) este ano a 2,4%, sobre 2,32% anteriormente, citando fatores como a baixa taxa de juros e a expansão do crédito livre como motores do crescimento econômico. Em boletim macrofiscal, a secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia também ajustou para cima a expectativa de elevação do PIB em 2019 a 1,12%, sobre 0,9% anteriormente.

Bovespa opera em queda nesta terça-feira

Na segunda, o Ibovespa subiu 1,58%, aos 117.325 pontos. Imagem do interior da B3, Bolsa de Valores de SP Cris Faga/Estadão Conteúdo O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta terça-feira (14), em pregão instável. Às 11h56, o Ibovespa tinha queda de 0,24%, a 117.042 pontos. Na máxima da sessão até o momento chegou a R$ 117.705 pontos e, na mínima, foi a 116.923 pontos. Veja mais cotações. Entre as principais baixas, Petrobras recuava 0,82% e Santander tinha queda de 1,44%. Na segunda, o Ibovespa subiu 1,58%, aos 117.325 pontos. Nas parciais do mês e do ano, a bolsa registra avanço de 1,45%. Na cena externa, os mercados apresentavam acomodação enquanto investidores aguardam assinatura da primeira fase do acordo comercial entre China e Estados Unidos. Da pauta local, o governo elevou projeção para a alta do Produto Interno Bruto (PIB) este ano a 2,4%, sobre 2,32% anteriormente, citando fatores como a baixa taxa de juros e a expansão do crédito livre como motores do crescimento econômico. Em boletim macrofiscal, a secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia também ajustou para cima a expectativa de elevação do PIB em 2019 a 1,12%, sobre 0,9% anteriormente.