Amazon quer que juiz bloqueie contrato da Microsoft com Pentágono

Contrato foi concedido à Microsoft em outubro do ano passado e contestado pela Amazon, que afirma que houve viés e 'pressão imprópria' na escolha. Conhecida pelo varejo digital, Amazon também é líder de mercado no segmento de computação em nuvem. Mike Segar/Reuters/Arquivo A Amazon pedirá a um juiz que bloqueie temporariamente a Microsoft de trabalhar em um contrato de computação em nuvem de US$ 10 bilhões com o Pentágono, informou um documento apresentado à Justiça nos EUA, na segunda-feira (13). A Amazon, que era vista como favorita para o contrato, planeja registrar uma moção para uma ordem de restrição temporária em 24 de janeiro e um tribunal federal emitirá sua decisão em 11 de fevereiro, de acordo com o documento. Trump x Bezos: o que está por trás da briga entre o presidente e o dono da Amazon A empresa culpou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por exercer uma "pressão imprópria" e preconceito que levaram o Departamento de Defesa dos EUA (DoD) a conceder à Microsoft o contrato conhecido como JEDI (sigla em inglês para Projeto Conjunto de Defesa em Infraestrutura de Nuvem). O Departamento de Defesa manteve a decisão, e o secretário Mark Esper rejeitou qualquer sugestão de viés, dizendo que a decisão foi conduzida de forma livre e justa, sem nenhuma influência externa. O contrato JEDI faz parte de uma modernização digital mais ampla do Pentágono, destinada a torná-lo mais ágil tecnologicamente. Especificamente, um objetivo do JEDI é oferecer aos militares melhor acesso aos dados e à nuvem a partir de zonas de guerra e outros locais remotos. A Amazon Web Services, é uma subsidiária da Amazon, e líder no segmento de computação em nuvem. Acordo com Pentágono impulsionará Microsoft na computação em nuvem A Microsoft não fez um comentário sobre a intenção da Amazon de registrar a moção. A Amazon não respondeu a um pedido de comentário. Amazon acusa Trump de fazer pressão contra empresa em contrato bilionário com Pentágono

Amazon quer que juiz bloqueie contrato da Microsoft com Pentágono

Contrato foi concedido à Microsoft em outubro do ano passado e contestado pela Amazon, que afirma que houve viés e 'pressão imprópria' na escolha. Conhecida pelo varejo digital, Amazon também é líder de mercado no segmento de computação em nuvem. Mike Segar/Reuters/Arquivo A Amazon pedirá a um juiz que bloqueie temporariamente a Microsoft de trabalhar em um contrato de computação em nuvem de US$ 10 bilhões com o Pentágono, informou um documento apresentado à Justiça nos EUA, na segunda-feira (13). A Amazon, que era vista como favorita para o contrato, planeja registrar uma moção para uma ordem de restrição temporária em 24 de janeiro e um tribunal federal emitirá sua decisão em 11 de fevereiro, de acordo com o documento. Trump x Bezos: o que está por trás da briga entre o presidente e o dono da Amazon A empresa culpou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por exercer uma "pressão imprópria" e preconceito que levaram o Departamento de Defesa dos EUA (DoD) a conceder à Microsoft o contrato conhecido como JEDI (sigla em inglês para Projeto Conjunto de Defesa em Infraestrutura de Nuvem). O Departamento de Defesa manteve a decisão, e o secretário Mark Esper rejeitou qualquer sugestão de viés, dizendo que a decisão foi conduzida de forma livre e justa, sem nenhuma influência externa. O contrato JEDI faz parte de uma modernização digital mais ampla do Pentágono, destinada a torná-lo mais ágil tecnologicamente. Especificamente, um objetivo do JEDI é oferecer aos militares melhor acesso aos dados e à nuvem a partir de zonas de guerra e outros locais remotos. A Amazon Web Services, é uma subsidiária da Amazon, e líder no segmento de computação em nuvem. Acordo com Pentágono impulsionará Microsoft na computação em nuvem A Microsoft não fez um comentário sobre a intenção da Amazon de registrar a moção. A Amazon não respondeu a um pedido de comentário. Amazon acusa Trump de fazer pressão contra empresa em contrato bilionário com Pentágono